Desvendando a GLICEMIA
março 10, 2018

Desvendando a GLICEMIA

Por Tudogostoso

Desvendando a GLICEMIA

Aprenda a diferenciar índice e carga glicêmica e saiba como ambos afetam a glicose do sangue!

Texto EDGARD VICENTINI/COLABORADOR | Design REBECA MESSIAS/COLABORADORA

 

OS CUIDADOS COM A ALI­MENTAÇÃO DOS DIABÉTI­COS NÃO SE RESTRINGEM APENAS AOS DOCES. Os

carboidratos, presentes em pães, massas e raízes, por exemplo, também devem ser ingeridos com cautela, porque se trans­formam em glicose durante o processo de digestão do organismo. Quem é portador da doença precisa se atentar às taxas de glicose do sangue, também conhecida como glicemia. E, pensan­do nisso, vale ressaltar a importância de conhecer – e entender – a carga e o índice glicêmico dos alimentos que compõem a mesa. Confira os conceitos e se intere sobre o assunto!

ÍNDICE glicêmico – Desvendando a GLICEMIA

“índice Glicêmico (IG) representa o quanto determinado alimento irá impactar na quantidade de glicose san­guínea quando consumido, ou seja, a velocidade com que o açúcar de cada alimento será liberado e alterará as taxas de glicemia”, explica a nutricionista Marflia Zie- linsk. No caso dos diabéticos, o ideal é que o alimento libere, aos poucos, a glicose na corrente sanguínea, como é o caso dos que apresentam baixo IG. Outro ponto a se destacar é que, dependendo da quantida­de de fibras da refeição, o índice glicêmico
dos alimentos pode se alterar, assim como o seu modo de preparo – quando a batata-doce é feita assada, apresenta um IG maior do que quando feita ao vapor.

CARGA GLICÊMICA – Desvendando a GLICEMIA

Já a carga glicêmica (CG) indica a quantida­de real de carboidratos dos alimentos, unindo o índice glicêmico ao tamanho das porções. “O conceito de CG envolve tanto a quantidade como a qualidade do carboidrato consumido, o que a toma mais relevante do que o IG, quando um alimento é avaliado isoladamente”, pontua Marflia. Pode se colocar que o conceito de carga glicêmica é mais preciso, pois também leva em consideração a quantidade de comida que foi ingerida. Alimentos de baixo IG, consumidos em grande quantidade, podem ter o mesmo efeito sobre o sangue que alimentos de alto IG consumidos em porções pequenas.

Para realizar o cálculo da CG de um ali­mento é simples: basta multiplicar a quantidade de carboidrato da porção pelo seu IG e dividir por 100. A nutricionista exemplifica: “A me­lancia, por exemplo, tem um pequeno efeito nas concentrações plasmáticas de insulina e glicose, embora apresente um elevado IG (IG = 80%). Isso pode ser explicado pela pequena quantidade de carboidrato presente na fruta. Uma porção de 120g de melancia contém 6g de carboidrato disponível, IG de 72 e uma CG de 4,32 (6×72 / 100 = 4,32).

 

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